ayanamala
a flor da pele.
Trazendo bagagens, rompendo fronteiras, compartilhando vidas e buscando paz.
Um mantra para inspirar... porque a beleza da realidade só existe quando somos verdadeiramente felizes!
Um mantra para inspirar... porque a beleza da realidade só existe quando somos verdadeiramente felizes!
sexta-feira, janeiro 29, 2016
sexta-feira, janeiro 22, 2016
o que ser Slow Fashion significa pra voce?
Foto: Caio Barbosa / Modelo: Ludmila Massoli / Style: Mona Cici
Stallybrass em seu livro O Casaco de Max nos transmite seu pensamento sobre a "sociedade das roupas", dizendo que a roupa é tanto uma moeda quanto um meio de incorporação. Seu poder particular está associado a dois aspectos quase contraditórios: sua capacidade de ser transformada tanto pelo fabricante quanto por quem a veste, e sua capacidade de durar no tempo; criando um ponto de vista imortal capaz de adquirir uma memoria para cada roupa e/ou objeto que nos pertencem.
As roupas carregam significados simbólicos, tem o poder de nos aproximar de pessoas queridas através da memoria, do cheiro, do sentimento, do formato do corpo que esta adquire.
O autor tenta traduzir sua ideia contando sobre o casaco que ela ganhou de Marx, e como ele se sentia toda vez que o usava, era como se ele estivesse com o amigo toda vez que pensara sobre o casaco.
Minha ideia de Slow fashion surge a partir da leitura deste livro, acredito na forma magica das roupas, por isso gosto de confeccionar peças, é como se cada cliente levasse um pouco de mim, criando uma existência fantasma e inconsciente em cada uma delas.
Stallybrass em seu livro O Casaco de Max nos transmite seu pensamento sobre a "sociedade das roupas", dizendo que a roupa é tanto uma moeda quanto um meio de incorporação. Seu poder particular está associado a dois aspectos quase contraditórios: sua capacidade de ser transformada tanto pelo fabricante quanto por quem a veste, e sua capacidade de durar no tempo; criando um ponto de vista imortal capaz de adquirir uma memoria para cada roupa e/ou objeto que nos pertencem.
As roupas carregam significados simbólicos, tem o poder de nos aproximar de pessoas queridas através da memoria, do cheiro, do sentimento, do formato do corpo que esta adquire.
O autor tenta traduzir sua ideia contando sobre o casaco que ela ganhou de Marx, e como ele se sentia toda vez que o usava, era como se ele estivesse com o amigo toda vez que pensara sobre o casaco.
Minha ideia de Slow fashion surge a partir da leitura deste livro, acredito na forma magica das roupas, por isso gosto de confeccionar peças, é como se cada cliente levasse um pouco de mim, criando uma existência fantasma e inconsciente em cada uma delas.
quinta-feira, setembro 17, 2015
I kept your kisses
Quando nos sentimos feridos, temos as vezes o impulso inconsciente de passar essa mágoa para a outra pessoa; por negligência, por desatenção , por egocentrismo. Belos relacionamento acontecem da mágica do viver, relacionar e mudar. Somos todos mágicos onde a magia se baseia nas sensações guardadas do pensamento.
É função natural do espirito criar e projetar imagens, criando na mente a imagem da outra pessoa com suas qualidades e sensações que ela nos trás, como o tato, o cheiro, olfato.
Pegamos essa imagem e adicionamos um rótulo para ela, vitalizando-a e criando expectativas.
quarta-feira, setembro 16, 2015
Alma colorida
" Mere color, unspoiled by meaning, and unallied with definite form, can speak to the soul in a thousand different ways." - Oscar Wild
segunda-feira, setembro 14, 2015
Ocean Calls
Oceanos selvagens estão fluindo constantemente em minha mente, mesmo que falte o sol estar em frente ao mar é a limpeza que minha alma pede.
Sentar em uma pedra e observar os sons, os ventos, as cores, contar magnificas historias dentro de mim com minhas sensações e sentimentos.
As águas batendo na pedra com força, deixando minha mente em silêncio e total estado de plenitude e gratidão.
"Você não é uma gota no oceano. Você é um oceano inteiro numa gota" - Rumi
sexta-feira, setembro 11, 2015
A moda e sua figura efêmera: a aparência.
No meu conceito de moda estilo sempre foi uma questão de conteúdo, aquilo que alimenta nossas almas, como o que ouvimos, lemos, nos alimentamos, pessoas que nos relacionamos , lugares que frequentarmos; tudo isso é importante na hora de traduzir nossas verdadeiras imagens.
Então chego no ponto de que estilo é algo mutante e a aparência é o que nos socializa, essência também nos traduz e muitas vezes ele pode brilhar mais do que nossos sapatos e bolsas.
A sociedade ao circular em torno do mito da imagem, faz com que o traje seja entendido como um sistema de significados, uma forma de codificar a informação transformando a imagem em texto, cuja leitura requer capacidade e atenção.
Vivemos em busca de pertencer a algo , buscamos identificação e aceitação em cada grupo em troca de signos e a aparência é o que nos faz sentido; ela corresponde ao grau de investimento realizado, que são associados ao nosso intelecto, saúde, beleza e ao consumo.
Todo investimento em busca da construção da identidade é uma escolha particular, " O traje é mais eloquente de todos os estilos, é realmente o homem, o texto de sua existência, a sua cifra hieroglífica." (BALZAC, 1982)
Então chego no ponto de que estilo é algo mutante e a aparência é o que nos socializa, essência também nos traduz e muitas vezes ele pode brilhar mais do que nossos sapatos e bolsas.
A sociedade ao circular em torno do mito da imagem, faz com que o traje seja entendido como um sistema de significados, uma forma de codificar a informação transformando a imagem em texto, cuja leitura requer capacidade e atenção.
Vivemos em busca de pertencer a algo , buscamos identificação e aceitação em cada grupo em troca de signos e a aparência é o que nos faz sentido; ela corresponde ao grau de investimento realizado, que são associados ao nosso intelecto, saúde, beleza e ao consumo.
Todo investimento em busca da construção da identidade é uma escolha particular, " O traje é mais eloquente de todos os estilos, é realmente o homem, o texto de sua existência, a sua cifra hieroglífica." (BALZAC, 1982)
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